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MATÉRIAS-PRIMAS ORGÂNICAS, VEGANAS E NATURAIS

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE UMA MATÉRIA-PRIMA
NATURAL, ORGÂNICA E VEGANA? IMAGINA COMO É
O DESENVOLVIMENTO DE FÓRMULAS NATURAIS,
INOVADORAS E SEM CRUELDADE ANIMAL?

NÓS TE EXPLICAMOS TUDINHO!

Devido a ausência de legislação no Brasil que regulamenta cosméticos naturais e orgânicos, as marcas de beleza natural possuem responsabilidade em estabelecer padrões e definições que comprovam que o produto desenvolvido é, de fato, um produto natural. Foi pensando nisso que nós resolvemos abrir pra vocês como é a
rotina da nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento aqui na Simple e como realizamos nossas pesquisas, como acontecem os desenvolvimentos de novas
fórmulas, quem são nossos fornecedores, os desafios em manter o pilar da inovação
e alta performance aliado à sustentabilidade e, a partir disso, criarmos
e mantermos a nossa política de desenvolvimento de fórmulas.

FALANDO EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO, VOCÊ SABIA QUE
A SIMPLE FOI A PRIMEIRA MARCA DE CLEAN BEAUTY DE VERDADE
A TRAZER UM TIME DE P&D PARA DENTRO DA EMPRESA,
DESDE A SUA CRIAÇÃO?

É isso mesmo! A ideia de ter o próprio time de P&D surgiu no nascimento da Simple Organic como marca, lá em 2017! Nessa época, já existia a necessidade e preocupação em garantir que desde a escolha de fornecedores para o desenvolvimento de novos produtos até a entrega do produto final, toda cadeia fosse composta por matérias-primas naturais, orgânicas, veganas e livres de ingredientes duvidosos e problemáticos. Ou seja: garantir uma beleza natural de verdade!

Além da segurança, sustentabilidade, ética e transparência, principalmente em relação ao impacto causado por cada matéria-prima utilizada, a Simple Organic também se esforça para garantir que o processo produtivo, os ingredientes e embalagens utilizados sejam planejados e executados de maneira consciente e sustentável.

Para facilitar o entendimento e explicar com transparência o porquê da escolha de cada ingrediente das nossas formulações, é importante compreender a diferença entre os tipos de matérias-primas que compõem os produtos naturais, orgânicos e veganos. Vamos lá?


MATÉRIAS-PRIMAS NATURAIS

As matérias-primas naturais são aquelas derivadas de plantas, animais,
minerais ou micro-organismos.

Há também as matérias-primas de origem natural que derivam destas próprias matérias-primas naturais. É isso mesmo! Estes ingredientes são produzidos através
de um processamento físico ou facilitado por reações químicas simples
de matérias-primas naturais.

Assim, substâncias naturais são aquelas cultivadas, colhidas, criadas e processadas
de forma ecológica, e que não são produzidas sinteticamente, extraídas ou
processados com produtos petroquímicos ou solventes sintéticos,
expostas à irradiação e/ou geneticamente modificadas.
 


MATÉRIAS-PRIMAS ORGÂNICAS

As matérias-primas consideradas orgânicas são aquelas de cultivo orgânico, ou seja, são matérias-primas de origem exclusivamente vegetal, com produção sustentável e renovável.

Para um cultivo ser considerado orgânico, ele deve combinar as melhores práticas ambientais, um elevado nível de biodiversidade e a preservação dos recursos naturais.

Os insumos utilizados na produção de matérias-primas orgânicas devem ser de
origem natural, seguras e ecologicamente corretas, incluindo os fertilizantes,
corretivos dos solos e até mesmo os produtos de limpeza e desinfecção
de instalações dedicadas à produção vegetal.

Desta forma, muitas práticas da agricultura convencional são incompatíveis com o cultivo orgânico, como o uso de agrotóxicos e organismos geneticamente modificados (OGMs) e produtos obtidos a partir de (ou por meio de) OGMs.

 

Os insumos provenientes da produção orgânica devem ser obtidos através de
métodos de transformação que garantam a manutenção da integridade
orgânica e das qualidades essenciais dos produtos em todos os
estágios da cadeia de produção.

Com isto, os insumos orgânicos são basicamente as manteigas,
óleos, ceras, hidrolatos e extratos oleosos de plantas.

 

VOCÊ SABIA QUE MESMO QUE UMA MATÉRIA-PRIMA SEJA CONSIDERADA NATURAL, NÃO SIGNIFICA QUE ELA SEJA ORGÂNICA OU VEGANA?

 

Existem matérias-primas que são extraídas de fontes animais - como, por exemplo, a glicerina animal, o pigmento carmim, a lanolina, as ceras de abelha e outras - e são consideradas naturais, porém não são veganas e nem livres de crueldade animal.

Assim como é o caso da água, das argilas e pigmentos da Simple Organic, que são matérias-primas naturais, porém não podem ser classificadas como orgânicas devido a sua origem, que é mineral e não vegetal.

 

Ou seja: toda matéria-prima orgânica é natural,
mas não significa que toda matéria-prima natural seja orgânica!


Então quer dizer que a Água não é considerada um ingrediente orgânico?

A resposta é Não! A água é um composto MINERAL e, com isso, NÃO provém de um cultivo orgânico e os insumos orgânicos são, sem exceção, de origem VEGETAL.

 


MATÉRIAS-PRIMAS VEGANAS

Matérias-primas veganas são insumos que não sejam provenientes de origem animal e que também não possuam sua eficácia testada em animais, em qualquer etapa. Ou seja, substâncias sintéticas ou problemáticas podem ser consideradas veganas.

Isso significa que um produto vegano não é necessariamente um produto natural?

A resposta também é não!  Você pode estar consumindo um produto sem ingredientes de origem animal porém repleto de ingredientes alergênicos, não sustentáveis e que impactam diretamente na saúde da sua pele e do meio ambiente. 

 

É POR ISSO QUE, ALÉM DE NATURAL, O DNA DA SIMPLE É VEGANO, SEM CRUELDADE ANIMAL E COM O MAIOR NÚMERO DE MATÉRIAS-PRIMAS ORGÂNICAS POSSÍVEL!


Agora que já desmistificamos as diferenças entre cada tipo de matéria-prima, nós vamos explicar como inicia a escolha de cada insumo para depois transformar em produto final!

 

O primeiro critério para a escolha das matérias-primas é que elas sejam comprovadamente naturais, veganas e sem crueldade animal. Mesmo que naturais e certificadas, nós não permitimos em nossas fórmulas nenhuma matéria-prima que possua origem ou testes em animais, e essa comprovação é feita através de um profundo estudo em todos os testes e fichas técnicas que acompanham os insumos.

 

Outro ponto importantíssimo que faz parte da política de desenvolvimento de produtos é a prioridade em criar fórmulas com a maior porcentagem de matérias-primas orgânicas possíveis. Como falamos anteriormente, os insumos orgânicos são basicamente as manteigas, óleos vegetais e essenciais, ceras e extratos de plantas, ou seja: formular um produto de alta performance, natural, vegano e com a maior porcentagem de orgânicos é um desafio! Sabe por quê?

 

Para que fique o mais claro possível, vamos utilizar como exemplo a formulação de uma base líquida, ou seja, uma emulsão. Para alcançarmos um produto de alta performance e inovador com essa forma farmacêutica, geralmente é necessário utilizar outras matérias-primas além de óleos e manteigas, e que também são 100% naturais, porém impossibilitadas de serem consideradas orgânicas, como a água, emulsionantes, espessantes, pigmentos, ativos e conservantes.

Uma base facial é composta geralmente de 40% de água, 7% de emulsionante, espessante e umectante de origem natural, no mínimo 15 % de pigmento de origem mineral para garantir a coloração e cobertura, cerca de 2% de conservante e antioxidante de origem natural e uma porcentagem considerável de ativo para garantir que o produto possa performar. Como a fórmula de um produto deve obrigatoriamente chegar a 100% de ingredientes, resta a possibilidade de adicionar 35% de insumos orgânicos a essa formulação.

Já uma solução aquosa, onde praticamente toda fórmula é composta por água, espessantes, umectantes e ativos, é quase que impossível adicionar um insumo orgânico devido a forma farmacêutica, já que manteigas, ceras e óleos não possuem afinidade com a água e, para tornar o produto estável, seria necessário utilizar um emulsionante, o que descaracteriza o produto de ser uma solução.

É por isso que a Simple possui a premissa de sempre dar prioridade às matérias-primas orgânicas, quando existe a possibilidade e a necessidade de utilizá-las, para tornar o produto mais orgânico possível. Porém, como exemplificado acima, nem sempre é possível.


ENTÃO QUER DIZER QUE É DIFÍCIL ENCONTRAR UM PRODUTO COSMÉTICO DE ALTA PERFORMANCE QUE SEJA 100% ORGÂNICO?

A resposta é sim. Para que um produto seja 100% orgânico, sua formulação deve ser obrigatoriamente composta ou por óleos puros, ou a combinação de óleos, ceras e manteigas orgânicas. Porém sempre há a necessidade de utilizar, pelo menos, um antioxidante para manter as características organolépticas do produto, como aparência, cor e odor. Mesmo que a concentração de um antioxidante seja baixa, cerca de 1%, ainda é necessária. Então, o produto em questão pode ter 99% de insumos orgânicos e 1% de insumo natural, como é o caso dos óleos puros de reenvase.

Em resumo, a nossa prioridade é sempre utilizar óleos vegetais, óleos essenciais, manteigas e extratos de plantas orgânicos (pois estes insumos também existem apenas na versão natural e não orgânica) quando passíveis de serem adicionados na formulação, na maior porcentagem possível!

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