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Economia Circular: a única opção viável para o o planeta

Economia Circular: a única opção viável para o o planeta

 

Ainda vivemos em uma sociedade que por mais de cinco décadas está sendo direcionada por um sistema de consumo exacerbado e predatório ao mesmo ambiente. A demanda global por recursos como biomassa, energia fóssil e a maioria dos metais pode chegar a 130 bilhões de toneladas até o ano de 2050. 

O dia da proteção das florestas se aproxima, e com ele fica mais evidente a necessidade de zelo e proteção de todo o ecossistema. 

Nós fomos condicionados a consumir bens materiais a taxas sem precedentes. Estamos cercados por bens materiais, que comprovam os níveis alarmantes de consumo que praticamos atualmente. A economia linear se tornou o novo normal e acabou gerando uma grande quantidade de resíduos, efeitos negativos no ambiente, além de problemas geopolíticos para países emergentes e/ou em desenvolvimento. 

No entanto, a economia linear já não é mais uma forma viável de organização econômica. Não existe um planeta B, os limites planetários estão chegando a um nível insustentável de manutenção. 


Mas afinal, o que é economia circular?

A economia linear é uma forma de organização da sociedade baseada na extração crescente de recursos naturais em que os produtos feitos a partir desses recursos são utilizados até serem descartados como resíduos. Nessa forma de economia, a maximização do valor dos produtos se dá pela maior quantidade de extração e produção. 

O cenário que se forma quando praticamos a economia linear é o seguinte, nós extraímos, transformamos e descartamos. 

Quando optamos consumir dessa forma, geramos uma demanda produtiva insustentável, já que extraímos novas matérias primas para produzir novos produtos, que na maioria das vezes são descartados após o uso e terminam sua vida útil em lixões, aterros sanitários, oceanos e muitos outros lugares impróprios. 

O destino mais provável se continuarmos consumindo dessa forma, é uma espécie de colapso no nosso sistema, além da escassez de diversos materiais. Lembrando que os processos atuais de reciclagem não são suficientes para combater o desperdício, já que são geralmente realizados de acordo com o processo de downcycle, dando origem a produtos com menor valor agregado. O grande erro da economia linear está no design dos produtos, especialmente em sua produção.

Separamos alguns dados para te ajudar a entender melhor os estragos provocados pelas práticas da economia linear ao redor do mundo, que são muito altos, e provam que o planeta e nós não podemos sustentar essa taxa de consumo. 

  • ⅓ de todo alimento produzido no mundo é desperdiçado anualmente;
  • 97% dos resíduos globais de alimentos jogados em aterros sanitários;
  • 92% do tempo os carros das grandes metrópoles ficam estacionados;
  • Os carros transportam normalmente 1,5 pessoas por viagem;
  • 30 mil vidas são perdidas em acidentes de carro;
  • 120 mil acidentes resultam em lesões irreversíveis;
  • 50% dos resíduos levados a aterro no Brasil vem da construção civil;
  • 80% dos produtos são descartados nos primeiros seis meses da compra;
  • 40 bilhões de toneladas de lixo eletrônico são produzidos anualmente;
  • 14.965 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente no Brasil;

ECONOMIA LINEAR X ECONOMIA CIRCULAR

Para a economia circular, o lixo é um erro de design, já que o planejamento e escolha correta de matérias primas do produto pode definir o destino desses materiais após o uso. Anualmente estamos consumindo em larga escala produtos que são mal projetados, e não tem uma reutilização adequada. O reaproveitamento correto é aquele em que o produto pode voltar a ser reintegrado na cadeia com um valor agregado igual, ou superior ao produto original quando descartado. 



Por mais popular que seja, a sustentabilidade é um assunto complexo para nós consumidores. Muitas vezes é difícil fazer escolhas éticas apesar das boas intenções, nos vemos encurralados em um mar de opções onde as marcas não são totalmente transparentes em relação a seus produtos. Queremos consumir de maneira sustentável, mas precisamos nos educar e pesquisar para fazermos melhores escolhas.


Enquanto a maioria dos compradores mais jovens alegam que a sustentabilidade é um fator importante nas suas decisões de compra, seu comportamento sugere o contrário, uma vez que pesquisas comprovam que ainda é pequeno o número de jovens que reciclam suas roupas, por exemplo. Porém, ao mesmo tempo, os mesmos jovens pensam na possibilidade de aumentar a vida útil do que consomem, optando por produtos que durem mais, com melhor qualidade e que tenham proposta de ajuda ao planeta.


A economia circular está ganhando espaço a nível global como uma alternativa real para substituir a economia linear que estamos acostumados. Os conceitos de economia circular são restaurativos e regenerativos por princípio, e tem como objetivo aumentar o ciclo de vida dos produtos, diferenciando-os entre ciclos de materiais e biológicos. 

 

A economia circular é definida como modelo que dissocia o crescimento econômico das restrições de recursos, o que oferece uma oportunidade para que possamos prosperar e ao mesmo tempo reduzir a nossa dependência por materiais finitos e fontes de energia não renováveis.

Os princípios por trás da economia circular  não são completamente novos no Brasil. Empresas e outras organizações têm visto esses princípios como uma bússola que orienta o desenvolvimento de seus produtos de forma inovadora, agregando valor e gerando diferenciação no mercado, mesmo em tempos de turbulência econômica e limitações de orçamentos. 

A circularidade é a nova aposta de empresas de diversos setores, e está dando origem a uma nova relação entre marcas, produtos e consumidores, colocando um foco maior na reutilização permitindo que o produto ganhe um valor novo e significativo, incentivando o movimento circular e nos mostrando que precisamos reduzir o consumo e desperdício


Muitos observadores da indústria e defensores do meio ambiente atentos ao modelo de negócio circular, acreditam que ações isoladas não sustentam a pressão sobre os recursos e consumo. Eles defendem que as indústrias precisam também lidar com questões subjacentes do consumo excessivo, ajudando a criar uma maior consciência em seus clientes. 


A transparência é um fator muito importante e que devemos cobrar das empresas, pois à medida que entendemos melhor o processo de circularidade, passamos a buscar mais informações. Saber de fato o que é feito, e como é feito, é extremamente importante. 


Está mais do que na hora de parar e pensar em como podemos participar disso, precisamos frear os nossos processos e isso vai além de simplesmente eliminar o consumo.


Adotar a forma de consumo circular significa ter uma visão de mundo diferente, romper com as práticas atuais, e construir uma maneira de consumo mais ética, mudando a nossa percepção de valor e criando relações de confiança, qualidade e responsabilidade com o que consumimos. 


Claro que não iremos parar de consumir, mas podemos fazê-lo de forma diferente. Precisamos sim saber de onde vem os produtos que compramos, quais os impactos da cadeia produtiva no sistema e despertar nossa consciência para os perigos do consumo. Refletir sobre esse contexto de mudança é essencial para criarmos as novas perspectivas e valores de uma sociedade em evolução. 


Nossas escolhas financiam o futuro. Consumir deve ser uma atitude racional, não precisa ser emocional como a publicidade sempre nos fez acreditar. Nós, da Simple Organic, trabalhamos dentro dos nossos próprios valores, que caminham no sentido inverso do tradicional. Aqui, optamos por uma rotina de beleza prática, que promova a saúde (nossa e do planeta), sem mil passos que estimulam o consumo desnecessário e nos fazem acreditar que são fundamentais para atingir o padrão de beleza imposto por tanto tempo


Vemos a imposição do uso de muitos pincéis caindo aos poucos. Da mesma forma, vemos a beleza orgânica e vegana ganhar o reconhecimento da massa. Tudo está mudando, e mudando para melhor. Isso é resultado da consciência coletiva, que empodera suas escolhas pessoais. 

 

JUNTOS SOMOS AGENTES DE GRANDES MUDANÇAS. VEM COM A GENTE? 


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